Algo para se pensar.
Hoje mais cedo, saí de casa com o fim de estudar. Coisa que, obviamente, não aconteceu.
No caminho encontrei uma família. Ao menos era o que parecia. Mamãe, papai e filhinho. O pequeno, que não devia ter mais de 3 anos, estava em uma bicicleta com rodinhas e ao que parecia era sua primeira "aventura" sobre as duas rodas. Que na verdade eram quatro, né?! Melhor, mais seguro para o pequeno.
O mais engraçado foi observar que ele tentava andar apertando o freio. Sim. Ele, na sua primeira experiência, não conseguiu perceber a utilidade do freio e fazia um enorme esforço para continuar pedalando e apertando o freio insistentemente.
O pai precisou orientar. Só devia usá-lo quando tivesse o objetivo de parar a bicicleta.
O final da história eu não sei. Afinal, como disse antes, estava passando.
Mas isso tudo me fez refletir e criar um link com a vida. Claro, acordei hoje mais reflexiva do que de costume. Alguns dias acordo tentando achar palavras para justificar todas as injustiças do mundo.
O que então me veio na mente?!?!
Quantas vezes na nossa vida nos comportamos como aquele garotinho?
Não sobre duas rodas, mas sobre as situações que vivemos?
Quantas vezes não insistimos com coisas que sabemos, só nos fazem dificultar a caminhada?
Algumas até nos fazem literalmente parar no tempo.
E muitas vezes continuamos a insistir. Apertando o freio e tendo dificuldades em pedalar. Tão mais fácil seria atentar para o fato de que soltando o freio, caminhamos com mais leveza... com mais facilidade.
Identifique os freios.
Solte-os.
Caminhe livremente.
domingo, 17 de agosto de 2008
terça-feira, 15 de abril de 2008
O Primeiro a Gente Nunca Esquece...
O primeiro fora a gente nunca esquece...
É... acho que não mesmo.
Enfim... os meninos que estiverem lendo isso podem pensar: E o que essa menina entende disso? Acreditem... alguma experiência com “tocos” todo mundo tem.
Segundo uma amiga, só não toma “toco” quem não pega mulher!
Quase frase de caminhão, mas começo a achar que deve ter lá a sua verdade.
Concordem comigo... meninos... ou não.
Você conhece a tal pessoa... sente-se atraído. Até aí tudo bem... ela não sabe mesmo.
Mas, você resolve dar algumas indiretas. Coisas leves, apenas para saber como vai acontecer. Saber se existe alguma troca, ainda que muito distante.
Hoje com o mundo da internet, precisamos confirmar que as coisas estão se tornando mais fáceis até para os tímidos. MSN ta aí pra isso. O que você morreria em dizer olhando para os olhinhos da outra pessoa... pela tela do computador ficou muito mais fácil. Mas aqui cabe um aviso: Lembre-se que, mais cedo ou mais tarde, você terá que encontrar de novo os olhinhos por aí.
Bom, troca-se MSN, Orkut, email... e todas essas infinidades de opções que temos na atualidade.
Você ensaia... lê tudo o que pode sobre a pessoa. Música que ela mais gosta, se curte bichinhos de estimação, se tem preferência de comida, quais os objetivos na vida, o que estudou, com quem tirou as últimas fotos, se tem namorado – CLARO! Porque se tiver aí a coisa começa a dificultar.
Enfim, acompanha a vida da pessoa por dias... olhando quem deixou recado, quem não deixou, se ela respondeu, e como ou o quê respondeu.
Depois de tudo... aí você parte pro ataque.
Um dia. Estão os dois on-line! Ebaaaaa! Um dia a coisa dá certo!
Mas o que era pra ser perfeito, não funciona tão bem assim.
Ela te escuta. Dá algumas risadinhas com o seu assunto. Faz perguntas. Finge que não entende algumas respostas. E no final da história toda diz algo do tipo:
- Poxa, mas eu não quero ficar com ninguém no momento.
Ou, o que é terrivelmente pior:
- Mas eu te vejo como um grande amigo!
Aff... tudo por água abaixo.
É... quando é o primeiro a gente nunca esquece.
Meu conselho. Fique treinando os “tocos” em lugares públicos. Eles não dão tanto trabalho, e além do mais, assim que você tomar um pode imediatamente partir para outra.
Nas nights sempre existem mais opções.
Sem perda de tempo. Sem madrugadas no MSN. E sem Orkut!
É... acho que não mesmo.
Enfim... os meninos que estiverem lendo isso podem pensar: E o que essa menina entende disso? Acreditem... alguma experiência com “tocos” todo mundo tem.
Segundo uma amiga, só não toma “toco” quem não pega mulher!
Quase frase de caminhão, mas começo a achar que deve ter lá a sua verdade.
Concordem comigo... meninos... ou não.
Você conhece a tal pessoa... sente-se atraído. Até aí tudo bem... ela não sabe mesmo.
Mas, você resolve dar algumas indiretas. Coisas leves, apenas para saber como vai acontecer. Saber se existe alguma troca, ainda que muito distante.
Hoje com o mundo da internet, precisamos confirmar que as coisas estão se tornando mais fáceis até para os tímidos. MSN ta aí pra isso. O que você morreria em dizer olhando para os olhinhos da outra pessoa... pela tela do computador ficou muito mais fácil. Mas aqui cabe um aviso: Lembre-se que, mais cedo ou mais tarde, você terá que encontrar de novo os olhinhos por aí.
Bom, troca-se MSN, Orkut, email... e todas essas infinidades de opções que temos na atualidade.
Você ensaia... lê tudo o que pode sobre a pessoa. Música que ela mais gosta, se curte bichinhos de estimação, se tem preferência de comida, quais os objetivos na vida, o que estudou, com quem tirou as últimas fotos, se tem namorado – CLARO! Porque se tiver aí a coisa começa a dificultar.
Enfim, acompanha a vida da pessoa por dias... olhando quem deixou recado, quem não deixou, se ela respondeu, e como ou o quê respondeu.
Depois de tudo... aí você parte pro ataque.
Um dia. Estão os dois on-line! Ebaaaaa! Um dia a coisa dá certo!
Mas o que era pra ser perfeito, não funciona tão bem assim.
Ela te escuta. Dá algumas risadinhas com o seu assunto. Faz perguntas. Finge que não entende algumas respostas. E no final da história toda diz algo do tipo:
- Poxa, mas eu não quero ficar com ninguém no momento.
Ou, o que é terrivelmente pior:
- Mas eu te vejo como um grande amigo!
Aff... tudo por água abaixo.
É... quando é o primeiro a gente nunca esquece.
Meu conselho. Fique treinando os “tocos” em lugares públicos. Eles não dão tanto trabalho, e além do mais, assim que você tomar um pode imediatamente partir para outra.
Nas nights sempre existem mais opções.
Sem perda de tempo. Sem madrugadas no MSN. E sem Orkut!
sábado, 5 de abril de 2008
É CULTURA!
Como escrevi antes... seres humanos são muito esquisitos.
Mas o que é normal? Normal é só aquilo que um grupo de pessoas começou a fazer e resolveram que seria o padrão pra todo mundo.
Ninguém é normal... somos tão diferentes! Sempre tão únicos... tão complexos...
Gosto de ler sobre culturas. Aquilo que existe simplesmente... e que muitas vezes não tem nenhum fundamento, mas mesmo assim, as pessoas insistem em continuar praticando.
Por que? Porque está mais vivo do que nós mesmos e parece que corre junto ao nosso sangue.
Li uma vez sobre um povo (que fatalmente não vou me lembrar agora) que suas jovens, quando em idade de casamento. Pagam um dote ao marido. (Já começamos por aí... de onde vem essa coisa de dote? – É cultura! É cultura!). As jovens mais favorecidas podem contar com suas famílias que terão um imenso prazer em pagar o noivo da filha (será que querem se livrar dela?). Mas... como não só de muitos favorecidos vive a humanidade... existem aquelas que a família não pode ajudar.
/É meio o caso da faculdade... mal comparando. Se sua família pode te segurar numa faculdade pública (que normalmente é integral e não te dá tempo pra um emprego fixo), ótimo! Se sua família não pode, você arruma um emprego e vai estudar numa faculdade privada à noite. Tudo bem... cada um com suas oportunidades. Resolvi nem colocar aqui o exemplo das pessoas que não tem nenhuma das duas. Mas tem um monte deles andando por aí!/
E as que a família não ajuda, elas se viram. O incrível é como se viram. Elas se prostituem... Isso mesmo! Se prostituem e todo o dinheiro que recebem com isso pagam o dote. Por que querem casar.
Parece loucura, não é?! E pra nossa sociedade realmente seria. Mas é cultura. E quem está se perguntando... ué, e o marido não se preocupa com isso? A resposta é não. É cultura! Está correndo no sangue dele também.
Me faz pensar na frase: “Os fins justificam os meios”.
Não quero discutir se está certo ou errado. Quero apenas fazer refletir sobre o tema.
Será que tem alguma coisa que andamos fazendo e que não tem nenhuma justificativa plausível?
Pense a respeito...
E se descobrir que tem. Mude!
E se não quiser mudar. Tudo bem!
Deixe que isso continue correndo no seu sangue.
É cultura!
terça-feira, 1 de abril de 2008
Seres Esquisitos
A pergunta que fica: - Pra que mesmo eu queria isso?
Uma pergunta ingênua, simples... quase desinteressante. Claro! Se estamos falando de uma calça jeans. Tudo bem! As coisas começam a tomar proporções estranhas quando o objeto de desejo é a faculdade. Tudo bem dizer que não sabe pra que se quer a calça, mas não saber o que se fazer depois de passar quatro longos anos na faculdade, aí é demais!
Sem falar em todos os apuros que se passam nas faculdades. Se formos calcular do infeliz vestibular até a drástica entrega da monografia... isso, passando é claro, por todas as bebedeiras, namoricos, sexo sem preservativo, antipatia dos professores... E a lista só aumenta.
Mas, voltando. Não saber como usar um aparelho doméstico que você comprou só porque a prima da vizinha da sobrinha da sua tia disse que é ótimo, que estava com um preço incrível e que vai lhe ajudar como nunca nos seus tristes e infelizes dias de faxina; tudo bem! Mas e quando não se sabe o q fazer com uma pessoa? É... é isso mesmo! Desistir no meio do caminho do carro, da calça, do eletrodoméstico e até da faculdade, pode! Mas será q podemos desistir daquela pessoa? Daquela, é... daquela que insistimos em conquistar? Daquela q gastamos nossa saliva... e, porque não?! Nosso dinheiro também, na tarefa de despertar o interesse?
Essa mesma pessoa que lhe tirou o sono. Que te fez ficar horas e horas pensando... viajando. Causando até desinteresse pelas atividades que antes você adorava realizar. Aquela que você passava horas olhando fotos diariamente; perguntando por ela para conhecidos; torrando a paciência dos amigos com longos discursos sobre seu sorriso, sua personalidade, sua forma de falar... Aahhhh...
Ser humano é bicho esquisito mesmo!
Essa mesma pessoa, um belo dia, você acorda e descobre que ela nem era tão bonita assim, que os assuntos dela nem eram tão interessantes, que aquele sorriso divino se transformou em mais um... em meio a tantos que você já viu.
Esquisito! Esquisito! Esquisito!
E agora?!?
Inicia-se uma nova busca... um novo objeto de desejo. Algo novo para nos estimular a criatividade.
O problema?!?
É que se encontra... Sempre se encontra!
Uma pergunta ingênua, simples... quase desinteressante. Claro! Se estamos falando de uma calça jeans. Tudo bem! As coisas começam a tomar proporções estranhas quando o objeto de desejo é a faculdade. Tudo bem dizer que não sabe pra que se quer a calça, mas não saber o que se fazer depois de passar quatro longos anos na faculdade, aí é demais!
Sem falar em todos os apuros que se passam nas faculdades. Se formos calcular do infeliz vestibular até a drástica entrega da monografia... isso, passando é claro, por todas as bebedeiras, namoricos, sexo sem preservativo, antipatia dos professores... E a lista só aumenta.
Mas, voltando. Não saber como usar um aparelho doméstico que você comprou só porque a prima da vizinha da sobrinha da sua tia disse que é ótimo, que estava com um preço incrível e que vai lhe ajudar como nunca nos seus tristes e infelizes dias de faxina; tudo bem! Mas e quando não se sabe o q fazer com uma pessoa? É... é isso mesmo! Desistir no meio do caminho do carro, da calça, do eletrodoméstico e até da faculdade, pode! Mas será q podemos desistir daquela pessoa? Daquela, é... daquela que insistimos em conquistar? Daquela q gastamos nossa saliva... e, porque não?! Nosso dinheiro também, na tarefa de despertar o interesse?
Essa mesma pessoa que lhe tirou o sono. Que te fez ficar horas e horas pensando... viajando. Causando até desinteresse pelas atividades que antes você adorava realizar. Aquela que você passava horas olhando fotos diariamente; perguntando por ela para conhecidos; torrando a paciência dos amigos com longos discursos sobre seu sorriso, sua personalidade, sua forma de falar... Aahhhh...
Ser humano é bicho esquisito mesmo!
Essa mesma pessoa, um belo dia, você acorda e descobre que ela nem era tão bonita assim, que os assuntos dela nem eram tão interessantes, que aquele sorriso divino se transformou em mais um... em meio a tantos que você já viu.
Esquisito! Esquisito! Esquisito!
E agora?!?
Inicia-se uma nova busca... um novo objeto de desejo. Algo novo para nos estimular a criatividade.
O problema?!?
É que se encontra... Sempre se encontra!
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